segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Breve relato sobre encontro do programa cultura viva em Pirenópolis-GO
Texto: Doriedson Alves de Almeida
Fotos: Sophia Rocha
Antes de nos reunirmos (em uma grande mesa sem hierarquias),
como fez questão de ressaltar a Secretaria de Cidadania Cultural, organizadora do evento, fizemos uma breve parada em Ceilândia – cidade satélite, localizada nas cercanias de Brasília.
Na sede do grupo atitude testemunhamos o trabalho e a música misturada de brasis, desenvolvido por ativistas, músicos e cantores ligados ao hip-hop, esses jovens, organizados nocoletivo atitude, fazemmúsica, arte, misturam baião, frevo e maracatu para mostrar que outros caminhos são possíveis para
outros jovens na periferia da capital federal.
Um pouco do trabalho desses jovens foi apresentado aos pesquisadores e demais ativistas culturais que rumavam para Pirenópolis que registraram em suas lentes emicrofones, como nas fotos ao redor....

Além de relatar o burburinho da viagem e das articulações dos movimentos de cultura popular que fizeram pulsar vielas e ladeiras e bares da bela cidade colonial goiana, refletirei aqui sobre os êxitos do programa cultura viva, mas, ressaltando os embates e dificuldades vivenciados pelo programa na relação com os movimentos sociais organizados e demais esferas e orgãos de governo, buscando tonar pereneesse modo participativo e colaborativo de construção de políticas públicas. Poderia destacar inúmeros de seus diversos sucessos e pontos positivos, representados na experiência dos PDC – Ponto de Cultura , como o exemplo do coletivo Atitude da cidade satélite de Ceilândia-DF, que vocês podem ter um pouco da dimensão do trabalho do grupo nas fotos da rapaziada do rap e no grafite, acima.
Alem desse,
questionamentos, sobre diversos temas. Podemos agrupar esses temas em um amplo espectro que perpassam as questões envolvidas na relação entre sociedade e governos, sobretudo, se desejarmos refletir sobre a forma como são formuladas as politicas publicas, e, como se dá a distribuição, aplicação e fiscalização de recursos governamentais, sejam esses destinados à área cultural ou a outras áreas finalísticas de governo, igualmente importantes.
software livre e às batalhas pela democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento,
ocorrido durante o evento, fato que abalou a todos e fez com que alguns de seus amigos mais
próximos deixassem o encontro e fossem prestar a última e justa homenagem.
Enfim, foi esse o breve relato sobre seminário que publicarei em blogs e no diário digital seis dias. Desejo aos PDC e futuros PDC do ES, de outros Estados, onde a hegemonia, a insensibilidade e a desinformação de políticos locais, impedem que floresçam e se fortifiquem belas manifestações da cultua popular, toda a sorte do mundo. Tomara, estejam presentes e atuantes em futuros encontros.
Alguns links sobre o programa cultura viva:
http://www.cultura.gov.br/cultura_viva/?p=1269
http://forumpontosdecultura.blogspot.com/
http://www.juntadados.org/
http://www.guaimbe.org.br/
http://pdcsalvamar.ning.com/
http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/pontos-de-cultura-indigena/
http://webradio.utopia.org.br/index.php?id=619&cat=Pontoemfoco
http://culturadigital.br/
http://pontoporponto.org.br
http://pontoporponto.org.br/pesquisadors-do-cultura-viva
http://www.pontobrasil.org.br/
http://www.tvbrasil.org.br/culturapontoaponto/
http://www.iteia.org.br/teia-2009
http://www.iteia.org.br/
Abraços a todos... 2010 de realizações!!!
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sábado, 14 de novembro de 2009
Ode a doi grandes vascainos...
Passei aqui para lembrá-los, Ramom e Zé Cacheado.... que o sentimento fará com que vocês comemorem sempre a cada gol!!!
Saudades!!! que a paixã e arte retornem ao futebol....
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Deu no Jornal A Tarde - Salvador-BA
Acesso universal à internet com baixo custo parece um sonho distante no Brasil, onde a proporção de domicílios com computador nas áreas urbanas não supera a marca dos 28%. Na Região Nordeste, esse percentual é ainda mais baixo, não ultrapassando 14%. Se considerarmos somente aqueles computadores com acesso à internet, esses números caem, respectivamente, para módicos20% e9%. NaAlemanha, oacesso às tecnologias de informação e comunicação é mais universalizado e a discussão se dá em outras bases.Como emBerlim, onde 73,3% dosdomicílios dispõem de computador com acesso à internet e a administração municipal quer abrir em breve licitação para implantação de uma rede sem fio que cubra todos os espaços públicos da cidade.
Vive-se em Berlim a era da universalização da rede WLAN (sem fio), algo inimaginável no contexto brasileiro atual. A ideia é instalar roteadores e antenas em semáforos, postes de iluminação e telhados de edifícios públicos, o que vem causando polêmica, considerandose o impacto visual e a possibilidade de problemas de trânsito, em decorrência de possíveis falhas de sincronização com os semáforos.
Mas essa não é a única causa de insatisfação em Berlim. Muitos gostariam que a infraestrutura fosse de fato pública e não explorada pela iniciativa privada.
Em Berlim, uma rede sem fio nas mãos dos usuáriosjá érealidadedesde2002. Trata-seda iniciativa Freifunk (“Onda Livre”), que reúne muitos adeptos, principalmente no lado oriental da cidade, em distritos como Friedrichshain, Mitte e Prenzlauer Berg. Nestes distritos, logo após a queda do muro, a empresa de comunicação alemã Telekom instalou cabos de fibra ótica, na época a tecnologia mais modernaparaacesso à internet rápida.Como advento da internet sem fio, esses cabos se mostraram inapropriados, já que a instalação de uma infraestrutura de WLAN requeria cabos de cobre. Isso deu origem à rede Freifunk, fruto da organização dos habitantes, que ao longo dos últimos anos conseguiram instalar uma (impressionante) estrutura descentralizada de WLAN, a um custo muito baixo e sem necessidade de conexão com um provedor central.
A rede Freifunk desconstrói a ideia de que a tecnologia separa e isola as pessoas nas metrópoles contemporâneas, porque exige de seus usuários estratégias de organização baseadas no encontro e na copresenca entre vizinhos, fortalecendo as redes sociais nos distritos onde seinsere. Para seconectar à redeFreifunk, o novo usuário precisa de um roteador reconfigurado, um computador e alguém nas vizinhanças que já participe da rede. Os usuários compartilham programas gratuitos disponibilizados na plataforma Freifunk, além de uma infraestrutura de vizinhança, como antenas nos telhados dos prédios. Para iniciantes, há um encontro semanal, no centro da cidade, quando experiências edúvidas são compartilhadas com os mais “veteranos” na rede.
A rede Freifunk não se restringe apenas ao acesso à internet. O intercâmbio de arquivos é mais intenso entre os participantes do que na WLAN comercial. E isso não ocorre por acaso, como explica Jürgen Neumann, um dos muitos porta-vozes da rede: “É muito mais rápido baixar um vídeo no computador a partir de um site, do que enviar um vídeo produzido por vocêpara oYoutube,porque, desde o início, os provedores da infraestrutura queriam transformar os usuários emconsumidores que não produzem conteúdos para a rede”. Ou seja: a tecnologia que baseia a WLAN comercial determina velocidades maiores para baixar arquivos e menores velocidades para enviá-los.
Além disso, na rede Freifunk, todos dispõem deumendereço fixo de IP (ao contrário da internet sem fio convencional), o que facilita a conexão direta e o compartilhamento de conteúdos entre os participantes.
Se no contexto alemão Freifunk significa uma rede autônoma e não hierárquica de comunicação, no Brasil poderia representar uma possibilidade real de acesso à rede mundial de computadores de modo criativo, participativo e compartilhado para aqueles que de fato necessitam dessa técnica e não podem assumir os (ainda altos) custos para sua instalação.
Em Berlim, uma rede sem fio nas mãos dos usuários já é realidade desde 2002. Trata-se da iniciativa Freifunk (“Onda Livre”), que reúne muitos adeptos
A Tarde, 16.10.2009
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
em homenagem a caravana de lula no velho chico...
Esse texto ainda tah no rodapeh do meus emelhos e lah permanecerah ateh que eu seja convecido que a revitalizacao nao eh soh discurso...
Já que insistem em teimar com Dom Cappio e com a natureza... A Mãe Terra vem mostrando faz tempo que já não suporta mais os profetas do desenvolvimento insustentável e para poucos - Katrinas e Ivans sopram furiosos... Presenciamos assoreamento e secamento de rios tributários - antes perenes - resultado de séculos de desmatamento e décadas de descaso ambiental.
Resta-nos continuar nossa denúncia e torcer para que no futuro não se transponham areia para irrigar plantações de soja, melões e melancias geneticamente modificados...
Isso, se a obra não virar um elefante marrom no sertão de Cabrobró!?
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Tem Pinguim no céu de Aracaju
Feliz, poispinguim é o mascote do Gnu/Linux e do movimento pelo software livre. Surpreso, pois sei que pinguins não voam e não costumam circular por praias tropicais no atlântico, a não ser quando trazidos por correntes maritimas.... Mas, vejam:



REparem que tra-tase mesmo de um pinguim, mas fruto da imaginaçao dos artesãos locais que constroem belas pipas em formato de pimguim para a diversão e deleite da gurizada....
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Inaugurassão do que mermo?
Trata-se de visita ilustre ilustre na terrinha, Ecoporanga. Só gostaria de fazer um refresh na memoria do povo: A inauguração em tela, trata-se de obra federal iniciada faz muuuuito tempo.
Lembro-me que no tempo do Zé Cacheado (como tratávamos, eu e Geraldinho, o Chico Coletor) e do Zé Antonio, que naquele tempo era da diretoria da Escelsa, essas obras já haviam começado com o nome de luz no campo, portanto, otoridades, isso não é novidade. Venham! Mas, tragam obras novas, de palAvrório e BARRIGADA a patuléia tá cheeeeiaaaaa....
abs
aos amigos, prá iliustrar, separei a kabeça de alguns, assim mato a saudade.... vejam que todos estão muuuito desconfiados, a foto que capturei no site do governo, tirada durante a cerimônia que anuncia as velhas novidades, diz tudo....
p.s. Ahh! inauguração foi grafada no título com dois esses em homenagem a seu Andrade, lah das minas gerais, sô...
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